sábado, 31 de dezembro de 2011

Obice 280 mm

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Este canhão foi utilizado pelos Italianos (Frente de Isonzo), e pelos japoneses (Batalha Tsingtao) durante a guerra. Seu calibre era de 280 mm e lançava granadas com  pesos de 218 kg e 234,7 kg com alcance de 11.600 m com carregamento feito pela culatra com o auxílio de um guindaste. Tinha como função primordial a de defesa costeira e também foi utilizado como arma de cerco.

Peso: 17.900 kg
Elevação: –5º a 65º
Comprimento do Cano: 2.863 mm
Velocidade do Projétil: 460 m/s

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Ordnance BL 5

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Este obuseiro Britânico, desenvolvido em 1895,  foi o primeiro a ter seu sistema de carregamento por retrocarga e era montado em uma estrutura simples de aço em forma de flecha e rodas de madeira. A Rússia Czarista recebeu durante a guerra 60 destas unidades. Seu calibre é de 127 mm (5 pol) e disparava projéteis  peso de 22,68 e 18,10 kg com alcance de 4.800 e 6.500 m respectivamente.

Peso: 1.212 kg
Comprimento do Cano: 1,06 m
Velocidade do Projétil: 240 m/s
Elevação: –5º a 45º

Ordnance BL 12 6 wct

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Este canhão foi desenvolvido em 1892 pelos Britânicos e teve participação no conflito apenas na campanha do Leste Africano pois já estava obsoleto para combate no teatro Europeu. Disparava projéteis de 5,67 kg à uma distância de 5.300 m com cadência de 7-8 disparos p/min.
Calibre: 76,2 mm
Peso: 298 kg
Comprimento do Cano: 1.499 mm
Velocidade do Projétil: 483 m/s

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Mark I

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O Mark I foi um canhão autopropulsado de 60 libras (127 mm) Britânico construído 1917. Esta arma surgiu da necessidade de acompanhar com mais rapidez o avanço das tropas pela artilharia que tinha dificuldades imensas de locomoção nos campos de batalha devido a característica do terreno. Para isso os Ingleses adotaram o chassis de tanques que, com suas lagartas, dariam esta melhor mobilidade e evitavam a estagnação das posições conquistadas pelas tropas. A construção desta arma ficou a cargo da Kitson & Co. localizada na cidade de Leeds, Inglaterra. Sua propulsão era feita por um motor Daimler de 105 hp.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Delattre St. Chamond

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O Delattre era um morteiro de 142 mm de origem Belga projetado por Simeon Delattre usado na guerra pela primeira vez em 1915. Ele atirava uma carga de 7 projéteis de 1 kg cada ligados por um fio e impulsionados eletricamente. No local onde caiam, à um a distância de 100 a 260 metros, sua explosão espalhava estilhaços em um perímetro de 300 m2. Seu peso era de 40 kg.

Mark IX

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O MK IX foi um tanque Britânico que se caracterizou por ser o primeiro a ter um perfil direcionado para o transporte de tropas (VBTP). Com o advento dos tanques fez necessário também uma maneira das tropas poderem consolidar os ganhos de terreno feito por estes de uma forma mais segura e, com isso, em 1918 os Britânicos colocaram em operação o MK IX. Este modelo era armado com duas metralhadoras .303 e possuía uma blindagem de 10 mm. Nos seu casco foram feitas oito seteiras de cada lado que possibilitava aos soldados poderem usar suas armas ainda dentro do tanque – isto também lhe de o crédito de ser o primeiro veículo blindado de infantaria. O espaço interno reservado aos soldados podia comportar de 30 à 50 soldados ou 10 toneladas de carga e mais quatro tripulantes: motorista, comandante, artilheiro e mecânico.

Peso: 27.000 kgs.
Comprimento: 9,70 m
Largura: 2,50 m
Altura: 2,64 m
Propulsão: 01 motor Ricardo de 150 hp (112 kW)
Velocidade Máxima: 7,00 km/h

sábado, 10 de dezembro de 2011

Fiat 2000

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O Fiat 2000 foi um tanque pesado Italiano concluído já ao final da guerra em 1918. Seu armamento consistia em uma torre rotativa armada com  um canhão de 65 mm e seis metralhadoras de 6,5 mm. A propulsão era feita por um motor Fiat Aviazone A12 de 240 hp que lhe proporcionava uma velocidade máxima de 7 km/h e alcance de 75 km.

Peso: 40.000 kg
Guarnição: 10
Comprimento: 7,40 m
Largura: 3,10 m
Altura: 3,80 m
Blindagem: 15-20 mm

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Pavesi 35 PS

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O Pavesi consistia em uma carro blindado Italiano que tinha como principal características sua rodas raiadas extremamente grandes. Cada roda tinha 1,55 m de diâmetro com grandes calotas metálicas para facilitar sua mobilidade em terrenos irregulares; conseguia ultrapassar fossos com 1,40 m de altura. Como propulsão utilizava um motor a gasolina de 4 cilindros Pavesi que desenvolvia 35 hp (26 kW) fornecendo uma velocidade máxima de 30 km/h. Seu armamento consistia em uma metralhadora de 8 mm; em algumas unidades foi instalado um canhão de 57 mm.

Peso: 5.000 kg
Guarnição: 2 homens
Comprimento: 4,00 m
Largura: 2,18 mm
Altura: 2,20 m

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ford 3 Ton

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Construído em 1918 pela Ford Motor Company, nos EUA, este veículo possuía dois motores modelo T da Ford que produziam juntos 45 hp. proporcionando uma velocidade máxima de 12,8 km/h e alcance de 55 km. Tinha capacidade para dois ocupantes, motorista e atirador, ambos iam sentados na parte da frente do carro.

Peso: 3.260 kg
Comprimento: 4,06 m
Altura: 1,64 m
Largura: 1,64 m
Blindagem: 6-13 mm
Armamento: Metralhadora Browning 7,62 mm

domingo, 6 de novembro de 2011

Austin Putilov

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O Austin Putilov foi um projeto Britânico, apesar da maioria ter sido produzido na Rússia. Os Russos utilizaram o chassis básico e o modificaram consideravelmente para suportar as severas condições russas, incluindo uma substituição posterior das rodas traseiras por lagartas e um acréscimo de blindagem na parte traseira. Em termos de número e desempenho ele foi o carro blindado mais importante dos Russos durante a Guerra; era um veículo extremamente robusto. Como armamento era dotado de duas metralhadoras Maxim .303 e sua guarnição era composta por 5 homens.

Peso: 5.300 kg
Comprimento: 4,88 m
Largura: 2,03 m
Altura: 2,45 m
Propulsão: Motor Austin à gasolina de 50 hp (37,3 kW)
Velocidade Máxima: 60 km/h
Blindagem: 4,00 – 8,00 mm
Autonomia: 200 km

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Coastal Motor Boat

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Um grupo de jovens oficiais da Marinha sugeriu o uso de barcos de corrida rápida para vencer os campos minados alemães e atacar suas bases navais e de navegação costeira com torpedos. Suas idéias levaram ao desenvolvimento dos CMB 40, que teve seu projeto e construção feitos por  John I. Thornycroft & Company em Hamptom, Inglaterra, no ano de 1916. Podia ser armado com 1 torpedo de 18 polegadas (460 mm), minas ou cargas de profundidade, além disso possuía metralhadoras Lewis .303.

Comprimento: 12,19 m
Largura: 2,59 m
Propulsão: Motor V12 à gasolina, (205 Kw)
Velocidade: 45,90 km/h
Tripulação: 3

terça-feira, 26 de julho de 2011

Projetor Livens

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Usado pelos Britânicos, o projetor Livens era basicamente um tubo de aço de uns 25 cm de diâmetro, enterrado no solo, com a boca saindo na superfície. Uma pequena carga propulsora era colocada no fundo do tubo e sobre ela um tambor de metal no qual continha uma pequena carga explosiva e grande quantidade de gás venenoso. O sistema era barato de fabricar e eficaz, com um efeito mortífero quando centenas destes petardos caiam em meio a infantaria inimiga. Eram enterrados atrás das trincheiras de linha de frente e acionados por disparadores elétricos interligados por um fio. A carga elétrica necessária era fornecida por um gerador acionado por manivela. Estes projéteis eram bastante silenciosos, apenas um clarão denunciava seu lançamento e, em poucos segundos, caiam em território inimigo liberando sua carga atroz entre os soldados.

domingo, 24 de julho de 2011

Lança Chamas Livens

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Este lança-chamas gigante Britânico, idealizada pelo oficial  William Howard Livens, foi utilizado em 1916 na Batalha do Somme e em 1917 na Bélgica. Duas das armas no Somme foram destruídas por bombardeios alemães antes que eles pudessem ser usados, mas os outros dois foram usados ​​no início da ofensiva. Sua utilização é uma explicação possível para ajudar a entender o sucesso dos britânicos nos setores específicos da frente onde foram utilizados; nestes casos as perdas britânicas foram relativamente baixas. A arma tinha o comprimento de 17 metros, pesava 2.500 kg. e necessitava de 300 homens para sua instalação. Foi projetado para ser instalado em um túnel escavado na “terra de ninguém” que deixava exposto apenas o bico do qual sairiam as chamas; após instalada 8 soldados eram responsáveis pelo seu manuseio. O combustível era enviado para um tubo com 360 mm de diâmetro que, através de ar comprimido, era empurrado para um bico que dirigia as chamas para o alvo. Na batalha do Somme teve a alcunha de o “Dragão do Somme”

sábado, 23 de julho de 2011

Granada Mills

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A granada Mills foi desenhada, em 1915, por Williams Mills e usado pelo Exército Britânico durante o conflito com a denominação de “Mills Bomb nº 5”. Seu design é a clássica forma de “abacaxi” feita de ferro fundido com ranhuras ; embora estas ranhuras ajudem na fragmentação quando a granada explode, no projeto de Mills elas tinham a função de proporcionar uma melhor aderência no seu manuseio. A Mills era uma granada defensiva, após ser jogada o soldado devia se proteger da explosão decorrente. Um soldado bem treinado conseguia arremessar a granada à uma distância de 30 metros com razoável precisão. Estima-se em 75.000.000 o número de granadas produzidas entre os anos de 1915 à 1918. Pesava em torno de 630 g. e tinha 70 gramas de carga explosiva. Seu raio de ação efetivo era de 10 metros em seu entorno com fragmentação de, mais ou menos, 40 pedaços de ferro. Seu comprimento era de 10 cm e diâmetro de 6 cm.

domingo, 10 de julho de 2011

Holofotes

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À noite, como o canhão dependia de pontaria visual, tornava-se vital iluminar o alvo e, sendo assim, desenvolveram-se os holofotes. Ligados as detectores sonoros, quando a equipe de som descobrisse o alvo e indicasse que ele estava dentro do raio de ação, a luz era dirigida ao rumo e elevação do alvo descoberto esperando iluminá-lo. Caso não localiza-se o alvo imediatamente o holofote fazia uma varredura na área indicada. Assim que se conseguia iluminar o alvo outros holofote se juntavam ao primeiro e, quando isso acontecia, era difícil que a aeronave conseguisse escapar das luzes. Os exércitos envolvidos no conflito eram supridos com equipamentos de holofotes móveis; na maioria dos casos eram caminhões ou automóveis que rebocavam os holofotes e carregavam geradores que funcionavam com a força vinda do motor do veículo.

76 mm M1900 Putilov

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O Putilov M1900 foi um canhão de campanha utilizado pelo Império Russo. Seu sistema de recuo usava como força motriz borrachas que eram comprimidas e repeliam o canhão a sua posição original após ser disparado. Disparava granadas de 6,8 kg. à uma velocidade de 595 m/seg. que lhe proporcionava um bom desempenho durante a batalha, porém era pesado demais e não tinha um escudo de proteção para seus artilheiros.

Calibre: 76,2 mm
Peso: 4.430 kg
Comprimento do Cano: 314 mm
Alcance Máximo: 8.500 m
Ângulo de Elevação: –6º à 11º

Prieur Rockets

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O Prieur (em francês Prieur Fusées) foi um foguete incendiário ar-ar inventado pelo oficial da Marinha Francesa Yves Le Prieur Paul Gaston, daí seu nome, e utilizado pela primeira vez na batalha de Verdum em Abril de 1916. Os foguetes eram essencialmente um tubo de papelão preenchidos com 200 gramas de pólvora negra com uma cabeça cônica de madeira na sua parte posterior e uma lâmina de forma triangular inserida em seu ápice formando uma ponta de lança. Uma vara de madeira com cerca de 1,5 m era acoplada ao foguete se estendendo para trás à partir da base do mesmo e instalada nas hastes de sustentação das asas da aeronave. Os foguetes eram disparados eletricamente, um a um, através de um interruptor instalado no cockpit da aeronave. Este disparo deveria ser feito quando a nave atingisse um ângulo de 45º em mergulho. Como eram muito imprecisos, a distância para disparar os foguetes não poderia ser superior a 130 metros; quanto mais íngreme a posição de ataque maior seria a chance do piloto acertar seu alvo. Os aviões podiam levar de 5 a 10 foguetes em cada missão e obtiveram algum sucesso na derrubada de balões de observação; também foram utilizados para defesa contra os raids de Zeppelins, porém nunca conseguiram abater nenhum.